Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

LISBOA vai a CANTAR

LISBOA, és meu amor, Quero contigo dançar Cantar cheia de fulgor A tradição popular. De Mangerico na mão Uma quadra a namorar E com arquinho e balão Vamos todos a bailar. Alegrias como estas É difícil encontrar. Vestida toda de Festas Lisboa vai a cantar. ALUENA Reservados Direitos de Autor

St . António

Santo António de Lisboa ( português europeu ) ou Santo Antônio de Lisboa ( português brasileiro ), também chamado Santo Antônio de Pádua [1] , OFM ( Lisboa , 15 de Agosto de 1191- 1195 ? - Pádua , 13 de Junho 1231 ), de seu nome de batismo Fernando de Bulhões, foi um Doutor da Igreja que viveu na viragem dos séculos XII e XIII [2] . Primeiramente foi frade agostiniano , tendo ingressado como noviço ( 1210 ) no Convento de São Vicente de Fora , em Lisboa, tendo posteriormente ido para o Convento de Santa Cruz , em Coimbra , onde fez seus estudos de Direito . Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal , depois na Itália e na França . No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis , a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e grande pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde mor...

Elogio

«(...)Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único... amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?» Miguel Esteves Cardoso By: Sítio do Livro